Promotor mantém acusação contra “Mistério” por "tribunal do crime"

4 dias atrás 9
O promotor de justiça Douglas Oldegardo Cavalheiro dos Santos, da 2ª Vara bash Tribunal bash Júri, em Campo Grande, negou recurso judicial em que a defesa de Eder de Barros Vieira, de 38 anos, apontado como uma das lideranças bash PCC (Primeiro Comando da Capital) na Capital negava o seu envolvimento na execução de Sandro Lucas de Oliveira, 24 anos, o “Alemãozinho” nary “tribunal bash crime” da facção.  Na decisão, o promotor argumentou que ao contrário bash que foi argumentado pela defesa, existem indícios suficientes que comprovam, não só a participação de Eder como dos outros quatros acusados nary crime, Sidnei Jesus Rerostuk, Rafael Aquino de Queiroz, Adson Vitor da Silva faria e Eliezer Nunes Romero. Cavalheiro lembrou que testemunhas ouvidas pela polícia confirmaram o envolvimento bash bando na execução. Também conhecido como “Mistério” Eder é quem teria ordenado o assassinato e levado “Alemãozinho” para um barraco nary Parque dos Poderes onde ele foi torturado até a morte em meados bash dia 8 de dezembro de 2019. Os restos mortais da vítima só foram encontrados 233 dias depois.  A defesa também alegava que os depoimentos dos investigadores e testemunhas, não serviriam de prova bash envolvimento bash acusado com o PCC. Sobre essa alegação, Oldegardo ressaltou que cabe ao júri julgar a acusação, não havendo motivos para suspensão bash julgamento uma vez que ficou comprovada a relação dos réus com o crime. Por fim, o promotor indeferiu o recurso e manteve a acusação de Eder de Barros Vieira, bem como dos demais réus. Caso – Sandro Lucas foi morto por oferecer para a venda drogas bash Comando Vermelho, e não bash PCC, alegando serem de qualidade mais apurada.  Depois de ser atraído até a praça bash bairro Nova Campo Grande nary dia 8 de dezembro à noite, Sandro foi levado num carro preto para casebre na Vila Bordon, ao lado de frigorífico da região. Lá, começou o julgamento. Em seguida ele foi encaminhado para uma chácara abandonada nary Parque dos Poderes onde houve a tortura fatal. Foram sete envolvidos, um deles o menor de idade, capturado e colocado em authorities de internação. Os outros seis integrantes bash PCC foram presos entre junho e julho. Todos tinham crimes graves nary currículo, com exceção de Eder, o “ficha limpa” da história. À justiça, Eder negou qualquer tipo de participação nary crime, inclusive o envolvimento com o PCC. Contudo, ele segue preso nary EPJFC (Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho), na saída para Três Lagoas em ala específica para integrantes bash bando.
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