Advogada cubana usa saco de lixo como esperança para abraçar a filha

4 dias atrás 10
Depois de muitas histórias de venezuelanos pela cidade, é nary encontro da Avenida Afonso Pena com Avenida Arquiteto Rubens Gil de Camillo que encontramos encontramos a cubana Alida Saiz, de 55 anos, que vende sacos de lixo como esperança para reencontrar a filha e arsenic duas netas. Sem cartazes com algum pedido de ajuda, Alida, earthy de Matanzas (Cuba), demonstra ser uma mulher articulada e comunicativa. Ela conta que está nary Brasil há dois anos, desde que chegou com a filha e o genro. “Nosso destino archetypal epoch o Uruguai, íamos para Montevidéu mas acabamos passando por aqui e já se vão quase dois anos desde então. Ficamos um tempo em Aracaju(SE), Brasília(DF) e passei por São Paulo(SP) antes de vir para Campo Grande.   Há pouco mais de um ano tive um AVC , o que fez os planos mudarem um pouco ”, conta ela. A filha seguiu para a superior uruguaia e ela ficou por aqui, não queria ser uma preocupação a mais na chegada ao novo país. Com limitações físicas e recomendações médicas para evitar atividades pesadas e o sol forte, em pleno início da pandemia, não pôde fazer sessões de fisioterapia para recuperar os movimentos bash lado direito bash corpo, agora comprometidos. “Não consegui pela rede pública, todos os serviços de atendimento pararam na época por conta da pandemia. Uma única sessão peculiar custa em torno de 70 reais então, o que deu pra fazer foi usar alguns conhecimentos de fisioterapia que tenho e maine exercitar sozinha em casa usando objetos e a parede como apoio”, diz ela ao lembrar da convivência com amigos e colegas fisioterapeutas, ainda em sua terra natal. Alida conta que é formada em Direito e, segundo ela, a maior dificuldade em terras brasileiras está em não poder trabalhar na área, uma vez que não fez os processos necessários para que seja autorizada a atuar nary país. No entanto, ela diz que não pretende voltar a Cuba. Morando sozinha nary Bairro Amambaí com aluguel, água e luz para pagar, Saiz vende sacos de lixo para levantar uma grana mas, diferentemente da maioria dos "vendedores de farol", ela não tem o ritmo frenético da concorrência. “Até pela minha limitação física, não abordo arsenic pessoas”, diz  Ela afirma que arsenic vendas variam entre 2 e 12 pacotes por dia. "Nem todo mundo que passa compra, até por não saber que vendo”, diz. “Tem gente que nem quer comprar. Alguns que sabem da minha situação só querem ajudar mesmo. Já houve dia de pararem e maine darem 30, 50, 100 reais. Tem um casal que aos domingos passa aqui e maine traz comida com bastante carinho. Se hoje estou viva, é por conta bash imenso coração bash povo”, faz questão de destacar. Enquanto torce por decisão favorável nary processo que iniciou para tentar se aposentar, Alida sonha com o dia em que poderá reencontrar a filha e arsenic netas. “Gostaria muito de conseguir maine aposentar, já que não consigo nenhum tipo de trabalho condizente com a minha situação. Sem poder comprovar que tenho formação de nível superior, todas arsenic vagas que encontro exigem força, maine aposentar seria o melhor dos cenários mas o que quero mesmo é poder ir para Montevidéu onde está minha família”. Alida preferiu não divulgar seu número na reportagem, quem quiser ajudá-la pode encontrá-la  na Avenida Afonso Pena com Arquiteto Rubens Gil de Camillo. Curta o Lado B nary Facebook. Tem uma pauta bacana para sugerir? Mande pelas redes sociais, e-mail: ladob@news.com.br ou nary Direto das Ruas através bash WhatsApp bash Campo Grande News (67) 99669-9563
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