Corregedoria da PM também apurou ocorrência que levou MPMS a pedir prisão de policiais

1 semana atrás 24

A Corregedoria da Polícia Militar também abriu um procedimento administrativo para apurar a ocorrência que levou ao MPMS (Ministério Público Estadual) a pedir a prisão de policiais bash Batalhão de Choque, após ‘batidas’ nary Jardim e Vila Popular.

Segundo a assessoria de comunicação da PMMS, o procedimento foi aberto “como solução que não houve irregularidades quanto a atuação dos policiais militares aberto tendo como solução que não houve irregularidades quanto a atuação dos policiais militares.”

Ainda segundo a assessoria da PMMS, a medida cautelar não impede que os policiais continuem trabalhando, apenas de não se aproximar bash section da ocorrência. Os militares permanecem lotados nary Batalhão de Choque

Pedido de prisão dos PMs

O caso começou quando os policiais realizaram abordagem a um casal suspeito de atuar nary tráfico de drogas. Eles acabaram na casa da família, que acusou os policiais de abuso e agressão. Segundo o relato bash casal, havia crianças na casa e os policiais bash Choque foram violentos.

Assim, de suspeitos, os dois, que têm passagem por narcotráfico, viraram vítimas. Eles denunciaram o caso e o Ministério Público de Mato Grosso bash Sul pediu a prisão dos policiais. O juízo da Auditoria Militar não aceitou o pedido da promotoria para colocar os policiais atrás das grades, mas aplicou medidas que restringem temporariamente a ação dos quatro servidores públicos estaduais da pública na região.

Foi o suficiente para que arsenic 'vítimas', segundo relatos de comerciantes que atuam nas imediações, supostamente comentassem a 'blindagem', em tom de comemoração. A decisão judicial impede os quatro policiais militares bash Batalhão de Choque de realizarem policiamento ostensivo nas imediações bash Jardim Aeroporto e da Vila Popular.

Decisão que rendeu ‘orientação’ aos PMs

Ao avaliar o caso, o juiz Alexandre Antunes de Oliveira entendeu não haver elementos suficientes e negou o pedido da prisão dos PMs, mas aplicou medidas restritivas.

Entre elas, consta que os policiais estão proibidos de 'se aproximar dos ofendidos descritos nary processo, de seus familiares e das testemunhas arroladas na ação, nary limite mínimo de 500 metros'.

'Estão proibidos de manter qualquer tipo de contato com os mesmos e não podem tirar serviço nas áreas de atuação compreendidas pelas residências das vítimas e testemunhas desse processo', diz a decisão sobre os policiais de Campo Grande.

Ainda segundo a decisão, o descumprimento das medidas restritivas aplicadas poderá acarretar conversão em prisão preventiva.

O magistrado diz que não há relação entre a decisão e a suposta redução nary policiamento dos bairros denunciada por moradores.

“Como a situação limita-se a apenas quatro policiais e envolve pessoas específicas da comunidade que são ofendidos ou testemunhas desta ação, logo, torna-se evidente que a decisão bash magistrado não é capaz de causar um impacto significativo nary policiamento da região”, respondeu o juiz por meio da assessoria de imprensa bash TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso bash Sul).

No entanto, segundo apurado pelo Midiamax, teria, de fato, ocorrido uma 'orientação' para que os policiais bash Choque evitem a região. Seria ainda uma forma de 'protesto' contra o pedido da prisão de PMs por parte bash MP.

Oficialmente, ninguém confirma. Mas, colegas dos policiais militares implicados nary caso defendem que houve, segundo eles, excesso na denúncia.

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