Depois de virar praça, Eduardo foi eternizado no braço de 5 mulheres

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A tatuagem é simples, porém cheia de significado para filhas e netas que decidiram registrar na pele a assinatura de Eduardo Ibanhes. Há dois anos, o fiscal tributário faleceu, por isso, a homenagem foi a forma como elas encontraram para  eternizar o amor que sentem por ele.  A estudante de odontologia Pollyana Rodrigues, de 21 anos, falou sobre a primeira tatuagem feita em conjunto com a mãe Ediane Ibanhes, a prima Maria Eduarda Ibanhes Borges e arsenic tias Josaime Ibanhes e Elaine Ibanhes. A neta não economiza nas palavras na hora de falar o significado que Eduardo ocupa na vida dela.  “Ele epoch a pessoa mais incrível, querido por todo mundo e uma pessoa muito fácil de fazer amizade. Ele epoch inteligentíssimo, apaixonado por leitura, apaixonado pelos animais bash Pantanal. Ele epoch sensacional. Me emociono ao falar dele”, diz Pollyana. A iniciativa de fazer a tatuagem partiu dela e de uma prima. Ao pensarem nary desenho, arsenic jovens não tiveram dúvidas de qual seria. “A gente sempre foi muito ligada a ele e sempre admiramos muito a assinatura dele, porque é linda”, frisa.  Ao compartilharem a ideia, arsenic filhas de Eduardo toparam de imediato.  A tatuadora Maria Luiza Aguni colocou a ideia das mulheres em prática e contribuiu com a homenagem. Feito em maio deste ano, o desenho está localizado nary braço, próximo ao pulso. “Queríamos que fosse algo bem visível mesmo. Queríamos fazer todas juntas a primeira tatuagem em homenagem à pessoa que a gente mais ama. Ele está eternizado em nossos corações e na nossa pele”, destaca.  O resultado agradou tanto que a viúva de Eduardo, Marcelina Zenobia Álvares, planeja fazer em breve a tatuagem. "Minha vó viu, falou: ‘Nossa ficou linda’. Isso despertou nela o interesse e ela vai fazer”, diz. Hoje, Pollyana expõe que a família teve forças de seguir em frente após  Eduardo falecer aos 68 anos. Morador de Caracol, a 364 km de Campo Grande, ele morreu depois de perder a direção bash veículo na MS-384 e cair numa vala próximo à estrada. Pessoa querida na região, conforme Pollyana, ele recebeu homenagem póstuma na cidade. “Tem uma praça que leva o nome dele. Antes ele teve problemas de saúde e superou. Não imaginávamos que íamos perder ele dessa forma”, lamenta. No last da entrevista, a estudante enfatiza que a saudade bash avô é constante. "A todo momento a gente se lembra dele. Onde quer que ele esteja, ele está guiando a gente”, conclui. Acompanhe o Lado B nary Instagram @ladobcgoficial , Facebook e Twitter . Tem pauta para sugerir? Mande nas redes sociais ou nary Direto das Ruas através bash WhatsApp (67) 99669-9563 (chame aqui).
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