'Eu não precisaria de arma para matar ela': acusado de tentativa de feminicídio vai a júri popular e nega disparos

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Taxista de 31 anos, réu por tentativa de feminicídio contra a esposa em agosto de 2020, nary Bairro Jardim Cabreúva, é julgado por meio de júri fashionable nesta quarta-feira (22) em Campo Grande. Ele é acusado de disparar cinco vezes contra a vítima após desconfiar de uma suposta por mensagens de celular.

A vítima – que epoch uma das testemunhas arroladas para o júri de hoje – disse que a arma bash marido ficava sempre “com arsenic balas para fora, e já carregada”, e que durante a “ele não carregou o revólver”. Ela justificou que o réu adquiriu a arma para defesa.

Ela negou arsenic acusações feitas durante arsenic audiências ao longo bash processo, e afirmou que conviviam há 15 anos, e chegaram a discutir várias vezes. “A convivência epoch tranquila, mas por várias vezes eu e ele tivemos agressões sim. Eu ia para cima dele e ele se defendia”, afirma.

Ela o classificou como “belo homem” e disse que acionou a Defensoria Pública para retirar a medida protetiva contra ele, além de ter tentado, por duas vezes, visitá-lo na prisão, sem sucesso devido ao processo que ainda estava sem julgamento. A vítima contratou um advogado e voltou a morar com o réu.

Questionada pelo juiz Aluízio Pereira dos Santos se o réu a ameaçou de morte nary dia bash crime, ela respondeu que “no momento da raiva até eu falaria, qualquer um acaba falando o que não quer”.

Já o réu, durante seu depoimento, optou por responder apenas às perguntas da defesa. Segundo ele, a vítima estaria o traindo, quando ele pegou o celular dela e olhou arsenic mensagens. “Naquela tarde eu busquei ela nary serviço normal, como sempre fazia, trouxe em casa e continuem mexendo nas mensagens nary notebook e ouvindo música. Após 30 minutos fui nary quarto conversar e perguntei o que estava acontecendo, disse ‘por que você está maine traindo?’. Ela começou a rir de mim e maine chamar de corno”, relatou.

 acusado de tentativa de feminicídio vai a júri fashionable  e nega disparosRéu optou por responder apenas perguntas da defesa. (Foto: Henrique Arakaki - Jornal Midiamax)

Ainda conforme explicado pelo réu, ele teria dito que iria se matar e coloca o revólver em sua própria cabeça, momento em que a vítima teria puxado a arma e, segundo ele, um disparo teria atravessado o braço e “resvalado nary braço dela (sic)”.

“Ela entrou em desespero, pediu ‘perdão, perdão, perdão’, colocou uma bermuda nary meu braço e pediu para que eu subisse na moto, falou ‘vai, foge, depois você volta, a polícia vai vir por causa bash barulho bash tiro’. Eu passei na casa da minha mãe e pedi para o meu pai levar ela nary posto, porque estava com o olho machucado”, disse durante sua versão dos fatos.

O acusado confessou ter dado três tapas nary rosto da vítima, causando lesões, mas negou ter tentado matá-la, porque “ela epoch mãe de seus filhos”. “Eu não precisaria de arma para matar ela, pelo tamanho dela, e não deixaria meus filhos órfãos”, alegou.

Relembre o caso

Conforme a denúncia bash Ministério Público, por volta das 16h bash dia 27 de agosto de 2020, o casal estava na residência quando, desconfiado de uma traição, o acusado teria trancado todas arsenic portas, ligado o aparelho de som nary measurement alto e confrontado a vítima da suposta traição. Em seguida, teria a xingado, dizendo que a mataria e a empurrado sobre a cama, agredindo-a com socos na região bash olho esquerdo.

Na tentativa de se defender, a vítima teria chutado suas partes íntimas. Ele teria pego uma ara de fogo que estava escondida, apontado para ela e dito “vou matar você e os filhos (sic)”. O casal tem três filhos em comum.

Ainda segundo a denúncia, o acusado teria segurado o braço da vítima e acionado, cinco vezes, o filho da arma de fogo em direção à cabeça da vítima, mas a arma teria falhado e efetuado apenas um disparo, que a atingiu de raspão nary braço e nary antebraço dele. Ela teria conseguido desviar nary momento bash disparo.

Após o crime, o MPMS afirma que ele teria evadido da residência na motocicleta da vítima Honda Titan. Ele foi denunciado por tentativa de homicídio qualificado por motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima.

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