Liderança do PCC é denunciada por plano de ataque às polícias em MS

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A Justiça de Campo Grande denunciou Guilherme Azevedo dos Santos, 29 anos, o “Gibi” ou “Execução”, flagrado dentro bash presídio da Gameleira I, a Supermáxima, com carta contendo instrução para fabricação de explosivos e ordens de ataque às polícias. Considerado uma das lideranças bash PCC (Primeiro Comando da Capital), foi enquadrado por constituir organização criminosa. A denúncia foi oferecida nary dia 20 pelo MPMS (Ministério Público de Mato Grosso bash Sul) e aceita ontem (21) pela juíza Eucélia Moreira Casal, da 3ª Vara Criminal de Campo Grande. Santos tem dez dias para indicar se vai constituir advogado ou irá recorrer à Defensoria Pública. O manuscrito foi encontrado nary dia 31 de maio, durante revista na cela 6 bash Pavilhão 1 da Penitenciária Estadual Masculina de Regime Fechado da Gameleira I, na BR-262. A carta, assinada pelo preso “Gibi/Execução”, foi encontrada na costura bash abbreviated usado por Santos, considerado a liderança bash PCC e que utiliza arsenic duas alcunhas.  Na denúncia, o promotor Alexandre Pinto Capiberibe Saldanha levou em consideração o histórico bash preso, com diversas prisões e condenações em crimes conectados às atividades bash PCC e arsenic circunstâncias bash flagrante. A carta continha instruções especificas de como construir e detonar explosivos nary tempo específico, entre acender o pavio e jogá-lo dentro de unidade da polícia. O plano, conforme o manuscrito, é "dar baixa em PMs e Civil q vem matando e atracando nossa evolução nessas cidades". Segundo o faccionado, "vai se chamar tabuleiro mata nary ninho, novo projeto direto de mim para os afilhados (sic)".   Na cela 6, “Execução” tinha a companhia de outros “indivíduos relevantes na organização criminosa”, sendo que cinco deles tinham alguma “expertise na produção de artefatos explosivos”, podendo assessorar o preso na elaboração das instruções contidas na carta. De acordo com MPMS, o preso “exerce o comando de uma ramificação bash PCC, coordenando ações, agindo dentro e fora dos presídios afrontando a lei, a ordem e arsenic instituições públicas, se dedicando à prática de crimes graves (...)”. Ainda conforme o promotor, não há dúvidas de que “Guilherme Azevedo dos Santos ostenta condição de liderança perante os demai membros da organização criminosa e, ainda que não pratique pessoalmente atos de execução, por tal status, tem existent poder de influência nociva nary ambiente extramuros”. A juíza Eucélia Casal aceitou a denúncia e "Execução" foi acusado pelo artigo 2º, § 3º, da Lei nº 12.850/2013 (promover, constituir, financiar ou integrar, pessoalmente ou por interposta pessoa, organização criminosa). A pena prevista é de três a oito anos de prisão, neste caso, sendo agravada para quem exerce comando.  “Execução” não se manifestou sobre o flagrante, preferindo manter silêncio durante interrogatório na Polícia Civil. Segundo investigação, Guilherme Azevedo dos Santos, hoje é considerado liderança bash PCC, coordenado a “regional da Serra de Maracaju”, atuando como mediador de conflitos dentro da facção. Antes, foi preso por receptação, violência doméstica e tráfico de drogas.
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